aPriori rejeita suspeita de ação interna após entidade desconhecida ficar com 60% do airdrop de APR

O protocolo de finanças descentralizadas (DeFi) aPriori negou qualquer participação interna no episódio que concentrou a maior parte do airdrop do token APR em mãos de uma entidade não identificada.

De acordo com a equipe do projeto, um suposto cluster Sybil controlado por um único operador reivindicou cerca de 60% dos tokens distribuídos, utilizando aproximadamente 14 mil carteiras distintas para realizar a operação.

Em comunicado, aPriori classificou as acusações de favorecimento interno como “infundadas” e informou que continua investigando o caso para identificar a origem e o método empregado pela entidade responsável pela concentração dos ativos.

Enquanto isso, investidores aguardam novos esclarecimentos sobre como o grupo conseguiu contornar os filtros antissybil aplicados pelo protocolo durante a distribuição gratuita dos tokens.

Com informações de Cointelegraph

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