Quem: Trump Media & Technology Group, controladora da rede social Truth Social do ex-presidente norte-americano Donald Trump.
O que: a companhia marcou para 2 de fevereiro a data de registro que determinará quem terá direito a receber um token digital não negociável.
Quando e onde: o anúncio foi feito na terça-feira (data da publicação original); após o “snapshot”, a criação e custódia dos ativos ocorrerão na plataforma Crypto.com.
Como funcionará a distribuição
Qualquer investidor que possua pelo menos uma ação da Trump Media (DJT) registrada em seu nome ou como beneficiário em 2 de fevereiro será elegível para o airdrop. A Crypto.com ficará responsável por cunhar os tokens, registrar a emissão na blockchain e manter a custódia até a liberação aos acionistas.
O que o token oferece
A empresa reforçou que o ativo não corresponde a participação acionária nem garante dividendos ou conversão em dinheiro. Em vez disso, poderá render benefícios não financeiros, como descontos em produtos ou serviços ligados ao ecossistema da Trump Media ao longo do ano.
Orientação regulatória
Devin Nunes, diretor-presidente e presidente do conselho da companhia, afirmou que a estratégia foi moldada conforme orientações da Securities and Exchange Commission (SEC). “Estamos ansiosos para utilizar a tecnologia blockchain da Crypto.com em linha com a orientação da SEC, beneficiando nossos acionistas e garantindo transparência, inclusive ao obtermos uma visão clara da propriedade beneficiária legítima na data de registro”, declarou.
Imagem: br.tradingview.com
Estrutura acionária e desempenho em bolsa
A Trump Media possui cerca de 280 milhões de ações em circulação, de acordo com a plataforma Simply Wall St. Desse total, 41% estão nas mãos de insiders individuais, 32% pertencem ao público em geral e 23% a instituições.
Na terça-feira, os papéis DJT abriram cotados a US$ 13,85, chegaram à máxima de US$ 14,94 (alta superior a 7%) e encerraram o pregão a US$ 13,91.
Com informações de TradingView/Cointelegraph
